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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Lothlöryen - Unfinished Fairytale

Essa semana foi disponibilizado na página de sua nova gravadora (para o mercado europeu), a PowerProg, o EP Unfinished Fairytale, que é uma ótima oportunidade de imaginar o que vem por aí, com a regravação do segundo álbum do grupo, Some Ways Back No More, dessa vez na voz de seu atual vocalista, Daniel Felipe, já que conta com duas faixas desse CD.

A abertura do trabalho fica por conta da sua faixa-título, que começa numa levada bem tranquila, com um coro impressionante, e daí em diante fica explícita a clara influência do Blind Guardian, com os backing vocals servindo como um ótimo contraponto ao vocal sempre surpreendente e quase rasgado de Daniel Felipe.

Tem mais de onze minutos, o que não a torna maçante, tamanha a versatilidade dos músicos, sobrando espaço inclusive para guturais.

Ótima composição, presença certeira dos teclados e a dupla Leko e Tim contribuindo com ótimos riffs.Tem tudo para se tornar um clássico, pois tem todos os elementos que prendem a atenção da plateia ao vivo.


Em seguida, temos White Lies, também do segundo trabalho da banda, serve para acalmar os ânimos, e apesar do andamento mais cadenciado, engana-se quem pensa que ela é a típica balada. Destacam-se novamente aqui os vocais de Daniel Felipe, o violão sempre bem colocado, e mais um refrão daqueles para ganhar a plateia em questão de segundos.

Fechando com chave de ouro temos Facing Your Insanity, do mais recente álbum do grupo, Raving Soul Society, já pertencente a essa nova fase do sexteto, em que várias influências são evidentes ao mesmo tempo, incluindo com precisão cirúrgica trechos de ritmos brasileiros.Destaque principalmente às baquetadas de Marcelo Benelli, o cara não erra uma, e novamente tenho que citar a dupla Leko e Tim, seus riffs ainda ficarão para posteridade, anotem e me cobrem, acompanhados pelo seguro Marshall.

Principalmente em EP's ou Demos, não acho justo levarmos em conta capas e coisas do tipo, mas a arte desse trabalho, que ficou a cargo de Marcus Lorenzet, não pode passar despercebida, o que mostra a atenção do grupo aos mínimos detalhes.

Folk,Power?

Pouco importa, apenas preste atenção nesses caras que você ouvirá esses elementos e tantos outros.O metal tupiniquim nunca esteve tão inventivo, profissional e preparado.

Enfim, confiram esse aperitivo, comprem o ótimo Raving Souls Society, que custa R$ 19,90, então a desculpa do preço não tem espaço aqui, e comemore porque alguns caminhos sempre voltam, logo poderemos conferir Some Ways Back No More ainda esse ano.

Atualmente o Lothlöryen conta com Daniel Felipe (vocalista), Leko Soares e Tim Alan Wagner (guitarristas), Marshall Godde (baterista), Marcelo Benelli (baixista) e Leo Godde (tecladista).


Lista de Músicas:

1 - Unfinished Fairytale
2 - White Lies
3 - Face Your Insanity

domingo, 27 de janeiro de 2013

Riffs da Semana - 20 à 26 de Janeiro

Alguns caminhos sempre voltam.

O sexteto do Lothlöryen decidiu que o disco "Some Ways Back No More", lançado originalmente em 2008, será regravado, dessa vez com Daniel Felipe nos vocais.


Obs.: O blog acha a ideia muito interessante, e gostaria de ver outras bandas fazerem o mesmo.


O bom filho...

O Whitesnake anunciou recentemente o retorno do baterista Tommy Aldridge ao grupo.

Sobre a novidade, Coverdale afirmou:

- Quando pedi a todos os músicos para colocarem nas suas listas de desejo de bateristas em potencial para o grupo, todos sem exceção o colocaram (Tommy Aldridge) no topo da lista.Além disso, muitos dos fãs que mandaram suas sugestões pelo nosso site oficial o queriam de volta à banda.Então, estamos muito satisfeitos em lhe dar as boas vindas no seu retorno.

- Parece que é nosso destino trabalharmos juntos, isso será muito divertido.Bem-vindo de volta, Tommy Aldridge.


Amaranthe com novidades.

Os suecos do Amaranthe já definiram a data de lançamento do seu próximo trabalho: final de Março.

Além disso, já há um clipe para o vindouro trabalho, e a música escolhida leva o mesmo nome do cd: "The Nexus".


Spiritual Beggars e seu vigésimo aniversário.

O quinteto sueco, capitaneado por Michael Amott, já definiu o nome do seu próximo trabalho: "Earth Blues", que junto com uma turnê européia será a forma da banda comemorar seus vinte anos.


O incansável Corrosion Of Conformity.

Mesmo após o relançamento dos bem-sucedidos "Eye For An Eye" e "Megalodon", o trio do Corrosion Of Conformity já começou a trabalhar num próximo álbum, ainda sem nome ou data de lançamento definidos.


Fontes:

http://www.blabbermouth.net/news.aspx?mode=Article&newsitemID=185361

http://www.blabbermouth.net/news.aspx?mode=Article&newsitemID=185337

http://www.blabbermouth.net/news.aspx?mode=Article&newsitemID=185311

http://www.blabbermouth.net/news.aspx?mode=Article&newsitemID=185309

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Power Prog - Brazil Rocks!

A distribuidora alemã Power Prog decidiu lançar uma coletânea com seus agenciados tupiniquins,e o melhor de tudo,de graça.

São dezesseis faixas, que como o nome da gravadora já indica, mostram o melhor do Prog e do Power Metal, além de pitadas de Thrash.

Abaixo colocarei minhas impressões sobre cada uma. \m/

1 - Conflicted (Kiko Loureiro)

Você pode ter restrições quanto a sua personalidade, espírito de equipe ou qualquer outra coisa, mas se restringindo ao campo da música, que é o que importa por aqui, nessa música podemos conferir todo seu talento e versatilidade, com um início mais cadenciado, mas eis que riffs cortantes surgem e toda técnica do guitarrista torna-se a protagonista.

Única faixa instrumental da coletânea, mas também diante desses riffs, qualquer palavra é um exagero.

Música primorosa e perfeita para inaugurar o álbum.


2 - The Last Free Land (Vandroya)

Todos os elementos do Power Metal estão presentes nessa música interpretada pela competente Daísa Munhoz, dona de uma voz poderosa, aguda, mas que não incomoda ou soa forçada, acompanhada pelas guitarras sempre velozes e certeiras de Marco Lambert e Rodolfo Pagotto e a segurança de Giovanni Perlati e Otávio Nuñez no baixo e bateria, respectivamente.

Após ouvir essa música é compreensível porque a vocalista foi convidada a participar do projeto Soulspell.

Ouçam sem medo.


3 - Just One (Rygel)

Não só pela amizade, mas principalmente pelo talento, esse quinteto santista que mescla tão bem o heavy, o thrash e o prog metal, constantemente merece destaque aqui no blog.

Com a música que é o carro-chefe do seu terceiro álbum, nota-se a qualidade vocal de Daniel Felipe e as dobradinhas ensandecidas de Wanderson Barreto e Anibal Pontes, que ainda contam com a ajuda de Vagner Silva (bateria) e Ricardo Reis (baixo) para ditar o ritmo dessa música que além de destruidora em termos metálicos, trata de um tema fundamental, a igualdade entre os seres humanos.


4 - Brutal Storm (Pastore)

Antes de qualquer coisa, como canta esse Pastore.

Deixa muitos desses vocalistas auto-intitulados "conceituados" no chinelo.

Com Brutal Storm você vai encontrar o melhor do heavy clássico, com o já mencionado show de Pastore, brilhantemente acompanhado das viradas sempre precisas e pesadas de Fabio Buitividas, e Rafael (guitarra) e Aléxis (baixo) ditando o ritmo brutal da música.


5 - Till The End (Age Of Artemis)

Alírio Netto tem tudo para integrar o quadro de vocalistas lendários do metal nacional futuramente.Sabe impostar sua voz como poucos.

Independente da produção de Edu Falaschi, a banda tem muitos elementos do Angra, principalmente da sua fase considerada clássica, com Andre Matos.

Se Alírio se destaca, como já mencionei acima, é porque tem uma banda muito boa o acompanhando, com Nathan e Gabriel nas guitarras, com aqueles riffs na medida, justamente pro vocalista se destacar.

Na minha modesta opinião, creio que faltou mais espaço pra Giovanni (baixo) e Pedro (bateria) mostrarem o que sabe, que não deve ser pouca coisa, mas que dessa vez preferiram manter um mesmo andamento à música.


6 - Breake The Hive (Painside)

Painside fez muito bem a lição de casa, com andamentos diferenciados na música, assim como Guilherme ousou ir dos urros a voz mais limpa, com bastante naturalidade.

Elementos mais modernos, como os efeitos usados na voz de Dani Nolden do Shadowside, já mencionados aqui, também foram usados nessa música, mas de maneira bem mais sutil, não comprometendo o resultado final.

Riffs muito bem feitos, tal qual o refrão, fácil e de causar impacto numa apresentação ao vivo.


7 - Shatter The Prison (Fortress)

Esse quinteto de Florianópolis botou mais uma dúzia de elementos nessa coletânea...

Para começar, tem até gutural na música, mas também temos uma voz mais limpa, além da aguda, enfim vários elementos que consagraram o estilo nas suas inúmeras vertentes estão aqui.

Além do excelente trabalho descrito acima desempenhado por Marcello Zibetti com a providencial ajuda de Pierre, não só na voz, como empunhando seu baixo, a dupla responsável pelas guitarras, Marcelo Rosa e Alvim não deixaram por menos, conduzindo muito bem a banda, cadenciando quando preciso, assim como desferindo riffs implacáveis.

Jarlisson parece um polvo, tamanha a desenvoltura que usou as baquetas, tanto na pancadaria quanto na técnica.


8 - Behind The Mask (Caravellus)

Caso você tenha algum ou vários preconceitos contra o prog metal originário, por assim dizer, com solos intermináveis e entediantes, pode arremessá-los o mais longe possível, já que com a música de seu segundo cd, intitulado Knowledge Machine, os pernambucanos do Caravellus matam a pau, com uma técnica refinada e um peso incrível, mas sempre em função do ouvinte, e não para mostrar quem é o melhor instrumentista.

Todos integrantes merecem destaque, seja Daniel Felix com seu teclado que ambientou tão bem a música, o baixo de Cleison Johann ou a bateria brutal e precisa de Pedro Nunes, mas o que Raphael Dantas e Glauber Oliveira fizeram aqui é digno de sérios estudos.

Esses caras vão quebrar todos os conceitos em que se amparou não só o prog metal, como o heavy nacional.


9 - Angel With Horns (Shadowside)

Com um som voltado para o heavy tradicional com pitadas de power, a banda se consolida nesse terceiro álbum, bastante elogiado tanto pela crítica quanto pelo público.

Há claros elementos desse metal mais "moderno"(faço questão de colocar as aspas porque o termo é quase indecifrável,mais confunde do que explica), como por exemplo nos efeitos usados na voz de Dani Nolden, que achei desnecessários, mas a música funciona muito bem como um "single",ou seja tem os riffs certeiros de Raphael Mattos, um refrão poderoso e uma bateria violenta, o que aliado à competência e entrosamento da banda só contribui para o resultado final.


10 - The Totem (Aclla)

Os vocais agudos na última potência (inspirados nas referências do estilo) estão aqui, as guitarras e a bateria num ritmo frenético também.

Podem alçar voos muito altos, desde que arrisquem pisar num terreno mais desconhecido, fazendo aflorar esse talento (que tem de sobra pelo que se nota) na sua totalidade, deixando de lado a preocupação de seguir certos caminhos que levarão a um sucesso aparente, mas fatalmente a homogeneização com demais bandas que resolvam apostar no estilo.


11 - Forgiven Secrets (Still Alive)

Muito interessante a entonação de Walter Campos, cantando num tom mais rasgado,e num mais agudo, sempre que necessário.

Vale destacar essa música também, pois ao contrário das demais dessa coletânea, a guitarra não é a protagonista, muito menos a velocidade.

Não quero com isso dizer que Gil Vasconcelos não faz um trabalho respeitável, mas o teclado de Rodolfo Iriarte se faz presente em 90% da música, o que a deixa com um ritmo bastante criativo, apesar de parecer repetitiva em alguns momentos.

Devem ousar mais nos trabalhos seguintes, para não se tornarem apenas mais uma dentre as inúmeras bandas de power metal.


12 - Rising Sun (Scelerata)

Fabio Juan vai de um vocal mais rasgado ao agudo sem nenhum esforço, contando com o apoio dos riffs inspirados de Magnus e Renato, e como não poderia deixar de ser numa banda de power metal, velozes.

O baixista Gustavo segura as pontas, enquanto Francis espanca seu kit de bateria com a já tradicional velocidade.

Não fogem do lugar comum, mas fazem com maestria o que é proposto, por isso vale a pena ouvir as demais músicas.


13 - Trust (Ancesttral)

Refrão bacana, música bem pensada e nota-se a influência do Metallica na banda, pela forma que Alexandre canta em vários momentos, mas isso não os faz soar como uma cópia.

A dobradinha de Alexandre e Leonardo rende riffs cortantes, para agradar em cheio aos fãs de thrash.

"Moderno", mas com um pé e meio fincado nas raízes.

Aprovado!


14 - Walking Tall (Mindflow)

Aqui o Mindflow faz um prog de gente grande, bem pesado e com o vocalista Danilo Herbert roubando a cena, com a voz limpa no início e mais rasgada no refrão, que ganha muita força, por ser de fácil assimilação e quebrar o ritmo da música.

Mais uma banda a aliar perfeitamente o peso e a técnica.


15 - When Madness Call (Lothlöryen)


As influências de Blind Guardian para a banda são claras, mas ao contrário do que se pode imaginar, a partir desse terceiro cd, intitulado Raving Souls Society, o amadurecimento da banda é notório não só musicalmente como na questão das composições, já que o grande mote do álbum é a mente humana.

Pode parecer clichê, mas é impossível colocar a banda em algum gênero, fruto também da versatilidade de Daniel Felipe,que não se prende a esse ou aquele timbre.

Merece destaque o teclado de Leonardo Godde.

Fico imaginando esse refrão sendo cantado com todo ímpeto pela platéia ao vivo.


16 - Change The Tide (Soulspell)


Ótima maneira de encerrar com chave de ouro essa coletânea, já que conta com um sempre inspirado Mike Vescera e a talentosíssima Daísa Munhoz fazendo um dueto monstruoso, com riffs na velocidade da luz e um refrão apoteótico, ou seja, o ápice do power metal, mas que aqui não soa datado.

Além da música acima ser sinal de que vem um grande álbum por aí, essa Daísa Munhoz ainda dará o que falar.Canta demais, não erra uma.


Obs.1: Caso não tenha citado algum músico nominalmente, foi só para dar agilidade ao texto, já que todos os participantes são exímios instrumentistas.

Obs.2: Não sei cantar nem tocar qualquer instrumento, então fiz esse texto baseado na minha opinião de fã, sem qualquer intransigência.

Obs.3: O blog odeia coletâneas, independente da banda, mas essa cumpre um papel formidável, ao apresentar o melhor do metal brasileiro, em várias das suas vertentes.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Riffs da Semana - 25 de Novembro à 01 de Dezembro

Natal Metálico.

Os santistas do Rygel, junto com o Lothlöryen (Poços de Caldas), Firefrost e War Machine,de Mococa,Zé Revolta,de Guaxupé e Hooker Nipple, da Casa Branca vão começar da melhor maneira esse último mês do ano, com muito heavy metal e suas variáveis.

O show acontecerá em Mococa/SP, no Black Jack, que fica na Rua Santo André, em frente à Mocoplast.

Ingressos antecipados custam R$ 10,00 e na porta R$ 15,00.

O show acontecerá dia 1° de Dezembro, às 19h00.


Não há mais fronteiras para o metal santista.

Dois anos após uma bem-sucedida turnê com o Wasp pela Europa, o Shadowside está pronto para retornar com ainda mais força ao continente, dessa vez acompanhando Halloween e Gamma Ray.

Até o momento, o competentíssimo trio passará por 19 países, que terá início na Espanha, a 28/02/2013.


Obs.: As notícias acima mostram que o metal nacional mais do que vivo, está cada vez mais frutífero, já que sem renegar as influências, tampouco aceitando o rótulo de "metal moderno", e suas decorrentes limitações, tem criado uma música de altíssima qualidade, seja com o Rygel, literalmente inclassificável, pois como já falado na análise do seu recém-lançado Imminent que pode ser conferida aqui transitam com a maior naturalidade e competência pelo heavy, thrash e prog, ou com o Shadowside, que aposta no heavy tradicional, com apresentações sempre marcantes.


Gus G. a todo vapor.

O virtuoso guitarrista da banda de power metal grega Firewind e de Ozzy Osbourne,Gus G. declarou que já está escrevendo algumas demos para o seu primeiro lançamento solo, que contará com vocalistas convidados e tem previsão de lançamento para 2013.

Obs.: Apesar de saber do talento do guitarrista, o blog teme que a turnê com Ozzy, além do trabalho solo possam atrapalhar o desempenho da sua banda principal, o Firewind, que é um dos sopros de renovação que o estilo tanto anseia, mas acima de tudo está ansioso pelo novo trabalho de Gus G.


Lothlöryen pronto para mostrar a Europa seu poder de fogo.

O mais recente álbum do sexteto Lothlöryen, de Poços de Caldas, intitulado Raving Souls Society, foi lançado mundialmente hoje (30/11), e além disso os fãs foram brindados com o segundo clipe do álbum, e a faixa escolhida foi When Madness Call, que você pode conferir aqui.

O Lothlöryen hoje conta com Daniel Felipe(Vocal), Leko Soares e Tim Wagner (Guitarras), Marcelo Godde (Baixo), MarceloBenelli (Bateria) e Leonardo Godde (Teclado e Sintetizador).

Demais informações sobre a banda, é só acessar a página da banda no facebook.O endereço está na seção fontes, logo abaixo das notícias.


Steven Adler seguindo adiante.

Em recente entrevista, o ex-baterista do Guns N' Roses abriu o jogo sobre vários temas, sem rancor ou saudosismo.

Sobre tocar com Slash de novo, ele disse:

- Foi simplesmente maravilhoso.Apenas por ele se sentir orgulhoso e confiar em mim novamente, mesmo depois de todas as coisas que aconteceram.

- Parece ótimo que tivemos uma história juntos.Eu realmente me importo com o que ele pensa e sente a meu respeito.

Sobre a indicação ao Rock N' Roll Hall Of Fame:

- Foi a experiência da minha vida, e a melhor maneira de encerrar esse capítulo da minha vida.Seria legal se toda banda estivesse lá, mas quando eu percebi que isso nunca aconteceria foi um alívio.

Foi uma chateação ficar pensando e me preocupando sobre isso.Estou apenas feliz de ter trabalhado com esses caras, e por esse motivo ter feito parte do legado do Guns N' Roses.

Sobre o seu álbum de estreia, Back From The Dead, afirmou:

- Para todo músico, seu objetivo de vida é tocar músicas que as pessoas amam, e eu cumpri esse objetivo.Fui indicado ao Rock N' Roll Hall Of Fame, e deixei esse capítulo da minha vida e essas pessoas no passado.Bom ou ruim, eu amei e sou grato a esse capítulo.

- Eu sou grato por ter sobrevivido a esse capítulo, e estou pronto para ter um segundo.Eu quero começar revigorado e tornar-me relevante novamente.


Steve Harris e cia. atacam novamente.

Nessa quarta (28/11), Steve Harris e sua banda solo lançaram mais um clipe, do recém-lançado British Lion, e a música escolhida foi Us Against The World.

O clipe pode ser visto aqui.


Jon Oliva com várias novidades para 2013.

O fundador do Savatage, Jon Oliva, começará a gravar seu primeiro cd solo em meados de Dezembro.

Sobre a empreitada, o produtor Cristopher Kinder disse os seguinte:

- Jon reuniu várias ideias dos últimos 4, 5 anos e quer a oportunidade de apresentá-las como seu trabalho próprio.Ele gravará todas as partes instrumentais e os vocais, inclusive a bateria em várias das faixas.

Sobre o já referido lançamento, Oliva afirmou:

- Tinha algumas ideias estranhas que gostaria de botar em prática,e agora tenho algum tempo de fazê-lo.Não quero fazer outro cd do Jon Oliva's Pain,já fiz quatro deles.

Quero fazer algo diferente.

A respeito do próximo lançamento do Jon Oliva's Pain, afirmou:

- Eu quero que o novo cd seja muito especial.Tenho alguns grandes amigos de outras bandas, que serão uma parte significativa do próximo lançamento da banda.

- Faremos um cd matador, e então um cd bônus com convidados especiais.


Fontes:

http://www.facebook.com/photo.php?fbid=374750645942417&set=a.367417173342431.90535.359292604154888&type=1&theater

http://www.shadowside.ws/pt/

http://www.bravewords.com/news/194451

http://www.facebook.com/LeoGodde

http://www.blabbermouth.net/news.aspx?mode=Article&newsitemID=182921

http://www.blabbermouth.net/news.aspx?mode=Article&newsitemID=182906

http://www.blabbermouth.net/news.aspx?mode=Article&newsitemID=183032